Compliant eInvoicing nos EUA

Compliant eInvoicing nos EUA

28/11/2016

A adoção da fatura eletrónica nos Estados Unidos como documento com atribuições fiscais é muito baixa, embora se espere um importante crescimento nos próximos dois anos devido ao impulso que o Governo possa dar para a sua adoção nas relações com a administração pública.




A fatura electrónica como instrumento fiscal está generalizada em todo o mundo, especialmente na América Latina e na Europa, onde se vão dando passos decididos para avançar para o seu uso de forma obrigatória nas relações com a administração pública.

Nos Estados Unidos, até ao momento, não houve nenhuma iniciativa neste sentido, motivado em grande medida pela perceção que a sociedade norte-americana tem deste tipo de transações, e pela tradição não intervencionista do setor público norte-americano na atividade económica.

Cerca de 2 terços das empresas norte-americanas enviam faturas em PDF através do seu e-mail, mas menos de 20% utiliza tecnologia para a transferência de dados como a EDI ou aplica processos de encriptação dos dados como a assinatura eletrónica (dados extraídos do relatório sobre o estado da fatura eletrónica no mundo, publicado pela Billentis). Se a isto adicionarmos a fraca implantação dos processos de gestão 100% digitalizados, e os baixos orçamentos destinados à adoção de tecnologias neste sentido, entenderemos porque a maior economia do planeta está na cauda no que diz respeito à utilização da fatura eletrónica.


Um novo horizonte

Apesar de tudo, os últimos estudos e sondagens que se elaboraram no mercado norte-americano confirmam um maior interesse pela adoção da fatura eletrónica. Não é em vão que se prevê um crescimento de mais de 20% no número de empresas utilizadoras destes sistemas.

A origem deste forte aumento está no anúncio do Office of Management and Budget (OMB), que informa que se obrigará os fornecedores do Setor Público a emitir fatura eletrónica a partir de 2018. Uma medida com a qual o organismo pretende aumentar a poupança e eficácia, tanto na Administração Pública como nas empresas.

Espera-se ainda que esta medida seja um incentivo para fomentar o uso da fatura eletrónica no âmbito privado norte-americano. De facto, são cada vez mais as multinacionais norte-americanas obrigadas a adotar este sistema de faturação para cumprir com as especificações de clientes e autoridades tributárias dos diferentes mercados em que operam (especialmente na América Latina). Uma situação contraditória, pois muitas empresas norte-americanas vêem-se na necessidade de implementar avançados sistemas de faturação eletrónica B2B2G nas suas filiais latino-americanas, enquanto no seu mercado local, estes continuam a ser sistemas desconhecidos.

No México, Brasil e Chile, a fatura eletrónica é obrigatória, ao que há que acrescentar que praticamente todos os outros países latino-americanos estão a exigir o seu uso progressivamente. Na Europa, países como Espanha, Portugal, Itália ou França, estabeleceram a obrigatoriedade no âmbito

B2G, e em 2018 deverão aderir a este sistema 100% dos países da União Europeia, nas suas relações com a administração pública.


Uma única solução para todos os países

Com a fatura eletrónica a generalizar-se em todos os continentes, o principal obstáculo para as multinacionais é a adaptação a cada mercado. Cada país estabelece os seus próprios requisitos, razão por que é vital contar com soluções avançadas como a plataforma de Faturação Eletrónica Internacional da EDICOM, que se adapta de forma transparente às especificidades de cada sistema de “compliant eInvoicing”.

Plataforma e-Invoicing

Uma única solução que permite emitir fatura eletrónica em qualquer país do mundo

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